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Grama Ambiental "Seashore Paspalum"
Essa é a variedade que promete ser a grama ambientalmente correta. Acredita se que ela origina-se da África e das Américas, particularmente Brasil e Argentina. Uma grama de clima quente com folhas finas e de crescimento prostrado. Leia Mais Grama Ambiental
Mantendo a grama com pouca água
Com a restrição de água que afetam muitas casas na maioria das regiões do mundo, nossas práticas de cuidado com a grama deve mudar se quisermos continuar a possuir e manter gramados verdes durante todo o ano. Os efeitos das restrições de água ou da seca são mais evidentes no verão, quando as gramas exigem mais água para combater a evaporação proveniente do calor. Grama com pouca água
Cultivo de grama
Muitos produtores de culturas tradicionais já estão substituindo estas culturas pelo plantio de grama que apresenta um mercado garantido e maior rentabilidade.
Há séculos, o homem vem selecionando gramíneas nativas para formação do tapete verde chamado gramado, sempre procurando espécies resistentes ao pisoteio e com considerável capacidade de regeneração.
Inicialmente, eram podados por animais, posteriormente, instrumentos comuns de corte até chegar nos dias de hoje a equipamentos altamente sofisticados.
Ao longo de muito tempo, o homem conseguiu desenvolver variedades e híbridos a partir de inúmeras pesquisas realizadas nos países do Primeiro Mundo, especialmente nos EUA. Hoje, existem no mercado variedades de gramas específicas para cada utilização a que o gramado deve atender, que vão desde um simples jardim residencial até gramas específicas para gramados esportivos, em particular o golfe.
Nos países mais desenvolvidos, há uma intensa produção e comércio de gramas cultivadas. Nos EUA, por exemplo, são centenas de produtores que abastecem o mercado que está sempre em expansão, uma vez que, em qualquer empreendimento imobiliário, por menor que seja, sempre há a necessidade de revestir o solo com gramas. O uso da grama, pode-se dizer que, além do efeito estético, é uma necessidade. Associado à essa atividade, os americanos desenvolveram os mais modernos equipamentos que vão desde a colheita da grama até os que fazem a manutenção dos gramados.
No Brasil, a atividade de produção e comercialização de gramas cultivadas é relativamente recente. A grande maioria dos gramados ainda é realizado com placas de gramas retiradas de pastos. Essa atividade é proibida, segundo a Legislação Ambiental, em vigência, se enquadrando como atividade extrativista. Na verdade, a retirada de placas de gramas nativas expõe o solo à erosão, trazendo, como já se sabe, grande prejuízo ao meio-ambiente.
Atualmente, já existem, no mercado nacional, várias empresas produtoras de gramas especialmente nos estados do sudeste e do sul. Muitos produtores de culturas tradicionais, como batata, feijão etc. já estão substituindo essas culturas pelo plantio de grama que apresenta um mercado garantido e de maior rentabilidade.
A ampliação do mercado consumidor, no Brasil, é fundamental para esta atividade. O fator ainda limitante nesse mercado é o preço praticado junto ao consumidor. Entre a produção e o consumidor, é comum haver um aumento de cerca de 100% ou mais no preço do metro quadrado do tapete. Dessa forma, o produtor deve sempre pensar em reduzir o custo da produção oferecendo um preço competitivo e acessível ao consumidor e, de preferência, sem intermediações na comercialização.
Para montar uma empresa de produção de grama, deve-se fazer um amplo planejamento através de uma análise do potencial do mercado regional, das técnicas e equipamentos a serem utilizados e, é claro, do local onde será implantada a produção. Além disso, é fundamental a obtenção de mudas de boa qualidade a partir de produtores idôneos. Outro fator a ser considerado em tempos de globalização é a produção em economia de escala, planejando uma produção mínima e não um mínimo de produção.
A implantação de um gramado, assim como a produção, também requer um planejamento que vai desde o bom preparo do terreno até a compra de tapetes de qualidade, utilizando-se sempre a variedade recomendada para a utilização principal à qual o gramado se propõe.
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